terça-feira, 28 de setembro de 2021

Votos perpétuos de duas irmãs franciscanas do Coração Imaculado de Maria

As irmãs franciscanas do Coração Imaculado de Maria organizaram uma cerimónia muito bonita, solene e festiva para a profissão perpétua de duas irmãs: Maria Paulina Leocadia Té e Maria Quinta Santos Moreira. Aconteceu no dia 25 de setembro, pelas 9h30 na paróquia de S. Francisco de Assis, Cumura.O rito foi presidido pelo administrador apostólico da diocese, D. José Lampra Cá, com cerca de dez padres concelebrantes. Como a madre geral, ir. Maria Tita, não conseguiu participar, os votos solenes foram recebidos pela sua representante na Guiné: a ir. Maria Luigina Di Minico.

As duas irmãs fizeram praticamente o mesmo percurso formativo e até agora estão a estudar juntas, tendo completado o 2° ano de teologia no Seminário Maior diocesano. Todas duas se fazem apreciar pela sua simpatia, alegria e modestia. 

A ir. M. Paulina nasceu a 3 de janeiro de 1988, enquanto ir. M. Quinta nasceu a 15 de maio de 1987. 

 
Ir. Maria Paulina Leocadia Té

Ir. Maria Quinta Santos Moreira


quinta-feira, 24 de junho de 2021

O Conselho pastoral diocesano avalia o ano pastoral

 No dia 23 de junho  reuniu-se o Conselho pastoral  diocesano para uma avaliação do ano pastoral e proposta de lema para o próximo ano. No encontro estiveram presentes todos os vigários forâneos e quase todos os coordenadores das comissões diocesanas. 

O fr. Benicio, apresentador do tema do dia, fez uma brilhante exposição da situação pastoral da sua Vigararia (Oio), onde frisou dois aspetos "problemáticos": a falta de catequistas verdadeiramente engajados e o pouco comprometimento das familias cristãs na vida da Igreja. Depois da explanação houve momentos de debates e partilhas muito enriquecedores. 

No final, D. José Lampra Cà nao pude esconder a sua satisfação com o trabalho que os missionários estão levando a cabo nesta terra para a conversão e desenvolvimento integral do homem guineense. 

O lema para o novo ano pastoral nao foi ainda decidido, mas vai ser comunicado à Diocese até finais de julho. As datas para os encontros do Conselho pastoral diocesano jà foram fixadas: 29/09/2021; 30/09/2021 (com todos os parocos); 19/01/2022; 22/06/2022. Todos os encontros terão lugar na cúria diocesana.

terça-feira, 11 de maio de 2021

Religiosos e religiosas refletem sobre o tema do uso das redes sociais

 No dia 6 de maio a COVIC G-B organizou um encontro de formaçao sobre o tema: "Os religiosos na era digital", orientado pelo p. Davide Sciocco, PIME, fundador da Rádio Sol Mansi. O encontro, que teve lugar no salão da paróquia de Brá, contou com a participação de cerca de 40 religiosas e religiosos de todas as duas dioceses. Segundo a opinião dos participantes, o encontro foi excelente, quer pelo seu conteúdo quer pela atualidade do tema. 

Descobrimos, por exemplo, que as redes sociais não são apenas uma "distração", ou que "fazem perder muito tempo", mas também uma extraordinária ocasião de evangelização, da qual muitos religiosos e religiosas ainda não se aperceberam. Em particular, falou-se de valorizar mais alguns instrumentos como zoom, instagram, facebook, whapsapp, tiktok, twitter. E' claro que estes meios podem constituir um perigo para incautos utentes que não sabem utilizá-los com a devida prudência, mas isso não significa que sejam "obra do diabo" e "fonte de contínua tentação". 

O perigo existe mas não deve ser amplificado exageradamente.



Uma irmã escolapia vitima da COVID

Mais uma vitima do COVID -19, depois do bispo D. Pedro Zilli. Desta vez é uma irma escolapia, Ir. Rosana Aparecida Jacinto Pires, das irmãs escolapias, que trabalhavam no liceu João XXIII. Ela tinha deixado a Guiné há uns dois anos e estava de volta na sua terra de origem, o Brasil. 

Que o Senhor da Ressurreiçao e da Vida lhe dê a coroa da Vida. 



sábado, 1 de maio de 2021

Um jovem missionário do PIME faleceu por causa de cancro

 Jovem missionario do PIME, o p. Roberto Donghi era muito conhecido em Bubaque onde ele trabalhava como pároco desde abril de 2011. 

O p. Roberto nasceu na Italia, em Lecco (1972), e depois de ter concluido os seus estudos teológicos e de ter sido ordenado padre, partiu para a missão de Catió, no sul da Guiné-Bissau, em 2003. Muito respeitoso dos usos e costumes do povo, que ele queria conhecer profundamente, participou até ao fanado (=circuncisão) dos jovens balantas daquela região. Fez-se animador de muitos projetos através da sua associação TAGME, que em língua local significa "Vamos pôr mão à obra".  

Nos últimos meses ele estava na Itália para tratar um cancro, quando a notícia da sua morte, na noite de quarta-feira para quinta, apanhou todos de surpresa. 

O seu enterro foi programado para o dia 3 de maio, em Lecco (Itália), sua cidade de origem.

 

quarta-feira, 31 de março de 2021

Dom Pedro Zilli, Bispo de Bafatá, faleceu hoje, vitima do coronavirus

A IGREJA CATÓLICA NA GUINÉ BISSAU ESTÁ DE LUTO: FALECEU DOM PEDRO CARLOS ZILLI, BISPO DE BAFATÁ


A Conferência Episcopal Interterritorial do Senegal, Guiné-Bissau, Cabo Verde e Mauritânia está de luto. A Igreja Universal está de Luto. 

Faleceu sua Excelência Dom Pedro Carlos Zilli, Bispo de Bafatá, cujo Lema Episcopal tirado da primeira Carta aos Coríntios 13, versículo 8 “O amor jamais passará”, faleceu esta quarta-feira, 31 de março de 2021, no Hospital de Cumura, situado a cerca de dez quilómetros de Bissau, onde esteve internado há mais de 15 dias recebendo o tratamento da Covid 19. O Bispo Zilli tinha 67 anos quando esta terrível notícia foi anunciada na pagina de comunicação da Diocese. Ele foi o Primeiro Bispo desta Diocese criada em 13 de março de 2001.


Poucas horas antes do Tríduo Pascal, quarta-feira, 31 de março de 2021, os fiéis da Diocese de Bafatá souberam da terrível notícia do desaparecimento de seu Bispo, Dom Pedro Carlos Zilli. Foi pastor desta segunda Diocese da Guiné-Bissau durante 20 anos e 19 dias, ou seja, desde a sua criação a 13 de março de 2001.


Nascido no Brasil no dia 7 de outubro de 1954 em Santa Cruz do Pardo no Estado de São Paulo. Dom Pedro Carlos Zilli, membro do Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras (PIME), viveu na Guiné-Bissau por mais de 30 anos. Com efeito, foi pouco depois da sua ordenação sacerdotal, a 5 de Janeiro de 1985, que chegou à missão de Bafata. Foi delegado do Bispo de Bissau para a zona pastoral de Cacheu e presidente da Comissão para a Formação dos Seminaristas Maiores, de 1986 a 1998, e Superior Regional do PIME da Guiné-Bissau, de 1993 a 1997.


Após 12 anos de presença na Guiné-Bissau, o Padre Pedro Carlos Zilli voltou ao Brasil no ano de 1998, onde foi nomeado Diretor Espiritual do Seminário Filosófico do Pontifício Instituto para as Missões Estrangeiras e Vice-Superior Regional do instituto para o Brasil.


Quatro anos depois, foi nomeado Primeiro Bispo da Diocese de Bafatá, em 13 de março de 2001. Recebeu a ordenação episcopal em 30 de junho de 2001, tendo como principal consagrador Dom Albano Bortoletto Cavallin, Arcebispo de Londrina. Dom José Câmnate na Bissign e de Dom Giuliano Frigeni, como co-consagradores.


Até a data da sua morte, o Bispo de Bafatá era Presidente do Conselho de Administração da Rádio Sol Mansi e da Cáritas Guiné-Bissau. Antes de morre um dos seus desejos era para que todo guineense em particular os governantes trabalhassem para o desenvolvimento do país e que o amor jamais passe entre os fieis e igualmente entre os cidadãos guineenses.


Os restos mortais do saudoso Bispo já estão no morgue do Hospital Nacional Simão Mendes e a Igreja da Guiné Bissau promete posteriormente anunciar mais detalhes do funeral. Continuemos a rezar pelo repouso eterno do Dom Pedro Carlos Zilli.

terça-feira, 30 de março de 2021

S. Missa crismal antecipada na catedral de Bissau

 Apesar da situação de calamidade nacional e a presença sempre ameaçadora do Coronavirus, os fiéis da Diocese marcaram presença, hoje, na catedral de Bissau, mostrando assim a própria estima e colaboração com o seu Bispo e o clero diocesano em geral. 

Este ano, a s. Missa teve um tom mais simples e essencial, no respeito de todas as normas impostas pelo Governo (porte obrigatório da máscara, distanciamento, limpeza das mãos antes da comunhão, etc.). A destacar, no entanto, a tradicional apresentação dos novos missionários ou que reapareceram depois de uma longa ausência (como o p. Gino Rossi, josefino, que voltou depois de vinte anos de viragens pelo mundo fora). 

Pela primeira vez faltava D. José Câmnate que, desde as suas demissões do cargo no ano passado, evita de aparecer em público, a não ser quando a sua presença é indispensável ou muito desejada.